domingo, 21 de junho de 2009

8 x 1


Gilmar Mendes diz:
“O jornalismo e a liberdade de expressão são atividades que estão imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensados e tratados de forma separada”
Concordo plenamente, porém, a falta do diploma não impede ninguém de escrever em jornais. É certo que o decreto-lei que exigia o diploma de jornalismo surgiu durante a ditadura militar como o objetivo de controlar a difusão de informações e manifestação dos pensamentos, mas nada disso justifica a decisão tomada pelo STF. Eles poderiam utilizar qualquer outra justificativa, já que foram 8 votos a favor e apenas 1 contra, como por exemplo, que muitos jornalistas, diplomados, escrevem textos sobre diversos assuntos como meio ambiente,política e outros sem ao menos terem uma base do que estão falando e acabam falando besteira.É nesse ponto que está a tal importância do estudo, do diploma, existe uma grande diferença entre o jornalista e o vendedor de notícias.
Precisamos melhorar a qualidade do que lemos em jornais e revistas e principalmente de que vemos na TV, agora o que era ruim só tende a ficar pior, mas a intenção é essa, manter o povo mal informado. É a nossa velha cultura do alto QI(quem indique) ganhando força,é a desqualificação sendo apoiada pela justiça e pelo estado.

domingo, 31 de maio de 2009




Perder.Eu nunca soube de verdade o significado e o grande poder dessa palavra,acho que a maioria das pessoas não sabem.Eu me expus ,lutei,fui contra o que eu pensava e o modo que eu agia até então. Faria tudo de novo, foi por amor.
Quem me dera que aqui eu estivesse falando de um caso, ou até mesmo de uma amizade acabada é algo bem mais próximo que tudo isso. E apesar de toda a dor causada ainda posso sair bem mais forte e começar a entender o verdadeiro significado de perder. E se nada houvesse acontecido talvez eu demorasse um bom tempo para descobri tudo isso, talvez a vida toda, seria bem melhor assim...

sábado, 16 de maio de 2009

Mistério

Andando por ai, vejo ruas que me trazem lembranças. Ações, sentimentos, pessoas, uma mistura de episódios que não me cabem mais. Porém, outros que me trazem certa nostalgia. No fundo sempre sabemos como, quando e onde cada ação irá parar. O que queremos mesmo é sentir o mistério, o “talvez” do momento.




"O Mistério" do Lobão,linda a musica...Aconselho a ouvirem:D

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Se ao menos você soubesse...


Que as minhas tardes andam carregadas de sonhos,que nos eu vejo flores e estrelas,as flores que não ganhei e as estrelas que recusei ver com você .E se eu pudesse voltar atrás,não só veria as estrelas,como também mergulharia em toda a vertigem dos seus olhos,sorrisos,beijos,palavras...Mesmo sabendo que no fim,tudo aquilo não passava de uma doce ilusão.
“Olha,o céu está lindo”



Querem,eu sei,mas é pecado eu te perder♪

;*

domingo, 19 de abril de 2009


...O celular tocava, já estavam me esperando, o relógio marcava 13h00min e no papel estava escrito:
“Liberar 12h40min”.
Mesmo assim eu não conseguia sair, a sala toda estava bem envolvida com a conversa e com a aposta de que uma certa pessoa iria passar no vestibular,emocionada com a situação ela chorou,isso causou emoção em todos da turma.Foi aí que surgiram vários assuntos como a família,Deus e a “amizade”.Não dava mais para ficar,pedi licença e fui saindo.Alguns passos em direção a porta o professor me chama e diz:
-Ei,quem é seu melhor amigo aqui nessa sala?
Não pensei duas vezes, respirei bem fundo e com cara de choro disse:
-È a Bianca, mas ela nem ta falando comigo
Rapidamente fechei a porta e saí, do lado de fora fui andando e pensando “Eu fiz isso mesmo”, não me lembro de ter visto nada naquele momento, só a cara de espanto da Bia e voz de algumas pessoas dizendo “ôôôô”.Estava lá fora quando ouvi aquela pessoa correndo e gritando:
-Ana Jessykaaaa!!
Abraçamos-nos e choramos e ela disse:
-O que foi que aconteceu com a gente?
-Não aconteceu nada-Eu
...
È difícil expor os sentimentos, pedir perdão e quando fazemos ou vemos alguém fazer ,achamos tão estranho (como eu achei).È bem mais fácil viver com sua máscara e seu orgulho,mais não mais prazeroso.
;*

domingo, 12 de abril de 2009

As histórias em quadrinhos reproduzem conceitos e elaborações que permeiam a sociedade onde estão inseridas.

O Capitão América criado em março de 1941,período em que os Estados Unidos estavam às vésperas de entrarem na II Guerra Mundial. O certo é que há algum tempo as autoridades militares e políticas estadunidenses já haviam escolhido seu lado na Guerra, só precisavam do motivo certo para conquistar o apoio da Opinião Pública. Os quadrinhos já estavam fazendo seu trabalho, pintando os alemães e japoneses como vilões. O Capitão América toma a justiça pelas próprias mãos, contra governos estrangeiros que representariam "o mal", justamente por seguirem outro modo de vida sem ser o norte-americano. A única arma usada pelo Capitão,um escudo, representaria a idéia de que os EUA só atacam para se defender.

O Super-Homem foi criado num período conturbado, às vésperas da II Grande Guerra. Os EUA tinham passado por uma grande crise econômica e a moral do povo não estava em melhor condição. A chegada de uma figura messiânica acabou se tornando uma necessidade. Daí as comparações do Super-Homem com Jesus.

Batman surgido também pouco antes da Segunda Guerra, num período bastante duro da vida americana – a Grande Depressão, iniciada com o quebra da Bolsa de Nova York –, o personagem é fruto de tempos sombrios. Daí a origem do herói: Bruce Wayne, revoltado com o assassinato dos pais, torna-se um vingador impiedoso.

O Homem Aranha bem diferente dos outros personagens citados é gente como a gente, adolescente, com espinhas, inseguro, cheio de dúvidas. Foi à primeira vez na história dos quadrinhos que um personagem ganhava o coração dos leitores não apenas pelos feitos heróicos, mas por também carregar os mesmos problemas que o público vive todos os dias.

Bem! Pessoas, este é um assunto que me chama muita atenção, não por ser fã de histórias em quadrinhos (pois não sou) e sim pelo contexto histórico que leva a criação dessas personagens. As histórias em quadrinho carregam elementos capazes de estimular considerações importantes sobre a geopolítica.

Espero que gostem. Feliz páscoa*.*

sábado, 11 de abril de 2009


“Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo de chuvas tempestivas, nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite” (Clarice Lispector)

Solidão. Algo extremamente necessário, não tem nada haver com anti-sociais, solteiros, narcisistas, psicopatas... Se conhecer ,ir ao fundo do ego,suportar seus próprios medos,angústias e desilusões.São coisas que podem nos deixar bem mais fortes.Por que quando sabemos exatamente o que queremos fica bem mais fácil de seguir o caminho certo.Pessoas são muito importantes,mais quando estamos no meio delas ,nos tornamos o reflexo de tudo que nos passam e assim fica difícil de saber que realmente somos e o que queremos.Nesses dias tenho andado muito comigo mesmo,parece que as coisas estão começando a se equilibrar...


Primeiro texto, depois eu fico mais legal ;*